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BESS: armazenamento de energia solar com baterias no Vale do São Francisco

BESS é a sigla de Battery Energy Storage System, em português, sistema de armazenamento de energia por baterias. Na prática, é o que transforma um sistema solar comum, que gera energia mas depende da rede quando o sol não está disponível, num sistema híbrido, capaz de guardar energia durante o dia para usar à noite, num horário de pico, ou durante uma interrupção no fornecimento.

Como o BESS se encaixa num sistema solar

Um sistema solar convencional (on-grid) tem módulos e um inversor comum: gera energia, consome o que a propriedade precisa no momento e injeta o excedente na rede, recebendo crédito por isso. Um sistema com BESS troca o inversor comum por um inversor híbrido, que já sai de fábrica preparado para operar junto com um banco de baterias. Durante o dia, parte da energia gerada carrega as baterias; à noite, num horário de pico, ou durante uma interrupção no fornecimento da rede, o sistema usa essa energia guardada antes de recorrer à distribuidora.

Por que considerar armazenamento

Existem três motivos práticos para investir em BESS, e eles raramente aparecem sozinhos. O primeiro é continuidade: um sistema on-grid comum desliga automaticamente durante uma interrupção no fornecimento, por segurança da equipe que trabalha na rede elétrica; só um sistema híbrido, com banco de baterias, continua fornecendo energia nesse momento, o que importa especialmente para quem tem uma carga que não pode parar (câmara fria, servidor, motor de irrigação num momento crítico). O segundo é uso inteligente do horário: guardar energia gerada de dia para usar num horário em que a tarifa ou a demanda são mais altas. O terceiro é autonomia real da rede, não apenas redução de conta: decidir quando usar a energia que você mesmo gerou, em vez de depender só do horário em que o sol está no céu.

Fabricantes e linhas que o Grupo 345 trabalha

O Grupo 345 trabalha com linhas híbridas de fabricantes reconhecidos mundialmente, cada um com uma abordagem própria: a série SH da Sungrow, que já opera em modo on-grid e off-grid com baterias de lítio; a plataforma FusionSolar da Huawei, com a bateria LUNA2000; a série SPH da Growatt, com função de nobreak embutida; as séries H1, H3 e KH da FoxESS, com sistemas integrados "tudo em um"; e o híbrido SIW200H da WEG, combinado com o banco de baterias SBW, unindo tecnologia internacional a suporte técnico nacional. A maioria dessas linhas usa baterias de lítio no formato LFP (fosfato de ferro e lítio), reconhecido no mercado pela estabilidade térmica.

Como funciona o dimensionamento do banco de baterias

Dimensionar um BESS não é só "quanto maior, melhor": é calcular quanto tempo de autonomia você precisa, para quais cargas, e com que frequência. Uma câmara fria que não pode ficar sem energia por mais de algumas horas tem uma exigência diferente de uma residência que só quer segurança durante quedas ocasionais. Esse levantamento (quais cargas são prioritárias, por quanto tempo elas precisam continuar funcionando) é o que define a capacidade de armazenamento em kWh do banco de baterias, não uma tabela genérica de mercado.

Quanto custa

O investimento num sistema híbrido com banco de baterias varia bastante, dependendo da capacidade de armazenamento desejada, do fabricante escolhido e da complexidade da instalação. Por isso, diferente de um sistema solar convencional, o orçamento de um BESS é sempre elaborado sob medida, depois de entender quanto tempo de autonomia você precisa e quais cargas são prioritárias na sua casa, comércio, indústria ou propriedade rural.

Nosso processo

Primeiro, a visita técnica: Lícia Gardênia, engenheira eletricista à frente do Grupo 345 (ou alguém sob sua responsabilidade técnica direta), levanta quais cargas precisam de continuidade, por quanto tempo, e o padrão de entrada de energia disponível. Depois, o projeto elétrico, assinado com ART, definindo o inversor híbrido e a capacidade do banco de baterias. Em seguida, a homologação junto à distribuidora, seguindo a regulação da Aneel. Por fim, a instalação e o comissionamento, com testes de funcionamento (inclusive simulação de interrupção no fornecimento) antes da entrega.

Por que Grupo 345

Um banco de baterias mal dimensionado é dinheiro jogado fora: ou é maior do que você precisa, ou não aguenta o tempo de autonomia que você esperava dele. No Grupo 345, quem calcula essa capacidade é Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, a partir do levantamento real das suas cargas prioritárias, não de uma tabela genérica de fabricante. É a mesma engenharia que assina, com ART, o projeto do sistema solar, aplicada também à parte que mais gente trata como opcional e acaba subdimensionando.

Perguntas frequentes

O sistema funciona em dia nublado?
Sim, com geração reduzida, não zerada. O sistema de compensação de energia (explicado no guia completo) cobre essas variações ao longo do mês.
O sistema para de funcionar durante uma queda de energia (apagão)?
Depende do tipo de sistema. Um sistema on-grid comum desliga automaticamente durante uma interrupção no fornecimento, por segurança da equipe que trabalha na rede elétrica. Só um sistema híbrido, com banco de baterias, continua fornecendo energia nesse momento.
Quanto tempo demora para o sistema se pagar?
Varia com o tamanho da conta atual e do sistema instalado. Quanto mais alta e constante a conta hoje, mais rápido o retorno: é por isso que fazemos uma simulação real antes de qualquer proposta, em vez de uma média genérica.
Quanto tempo demora a instalação, da assinatura do contrato até o sistema ligado?
Varia com o porte do projeto: sistemas residenciais tendem a avançar mais rápido pela etapa de homologação junto à distribuidora; projetos comerciais, industriais ou rurais maiores, com mais potência, costumam exigir uma análise técnica mais completa, e por isso podem levar mais tempo. Em qualquer caso, o processo é conduzido da forma mais ágil possível dentro do que a regulação da Aneel permite.
Preciso trocar o padrão de energia da minha casa?
Depende do sistema e da ligação atual: isso é avaliado na visita técnica, não estimado à distância.
O que é ART e por que isso importa?
ART é a Anotação de Responsabilidade Técnica: o documento que registra, com nome e CREA reais, quem assina tecnicamente pelo projeto elétrico. Sem ART, o que você tem não é um projeto de engenharia, é uma nota fiscal de equipamento, sem ninguém respondendo pelo resultado.
Existem linhas de financiamento para energia solar?
Sim, existem linhas de financiamento específicas para sistemas fotovoltaicos, com prazos e condições que variam conforme o banco ou instituição. Vale simular antes de descartar um projeto por achar que não cabe no orçamento agora.
O que acontece se eu vender o imóvel ou mudar de cidade?
O sistema é um ativo que valoriza o imóvel e pode ser transferido ao novo proprietário. Conversamos com você sobre as opções no momento da mudança.
Posso aumentar o sistema depois, se meu consumo crescer?
Em geral sim, dependendo do espaço disponível no telhado ou terreno e da capacidade do inversor instalado. Se você já sabe que seu consumo deve crescer (uma reforma, um novo equipamento, uma ampliação do negócio), vale mencionar isso na simulação inicial, para o sistema já ser dimensionado com essa margem em mente.
Quanto tempo dura a garantia?
25 anos.
Preciso de manutenção?
Pouca: limpeza periódica dos painéis, com frequência que varia conforme a poeira da região, e verificação do inversor. Detalhado no guia completo.
Funciona para propriedade rural com bombeamento de água?
Sim, inclusive é um dos perfis onde o retorno costuma ser mais rápido, pelo consumo alto e previsível de motobombas de irrigação.
Funciona em condomínio ou apartamento?
O sistema tradicional é pensado para telhado ou terreno próprio, então funciona bem para casas, sítios, comércios e galpões. Em condomínios e apartamentos, a viabilidade depende de fatores específicos (área comum disponível, convenção do condomínio, estrutura elétrica do prédio) e precisa ser avaliada caso a caso.
Quais normas e certificações uma instalação séria deve seguir?
A instalação elétrica deve seguir as normas da ABNT, como a NBR 5410 (instalações elétricas em geral) e a NBR 16690 (específica para sistemas fotovoltaicos), e os equipamentos devem ter certificação do Inmetro. Isso não é opcional: é o que garante segurança da instalação e segurança jurídica para quem contrata.

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Quer entender o sistema solar em si primeiro? Veja o guia completo, a página residencial, ou tire suas dúvidas nas perguntas frequentes.