Energia Solar em Barreiras, para quem sabe o quanto pivô de irrigação e beneficiamento pesam na conta de luz
Em Barreiras, uma conta de luz alta não é exceção: é o preço de operar num dos maiores polos agrícolas exportadores do país, com pivôs de irrigação rodando boa parte do ano e beneficiamento de grãos que não para. Foi resolvendo esse tipo de consumo, com projeto dimensionado para a realidade de cada cliente, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora a Barreiras.
O motor do oeste baiano
Barreiras é o principal centro urbano, comercial e de serviços do oeste da Bahia. Em 2024, a cidade foi a 10ª maior exportadora do Nordeste e a 6ª entre os municípios baianos, com a soja respondendo por mais de 40% das exportações agrícolas do estado no primeiro semestre do ano, ao lado de um crescimento forte nas exportações de algodão e de milho também em destaque na produção local. Em 2023, a revista Exame elegeu Barreiras a melhor cidade do Brasil para se fazer negócios no agronegócio. A cidade também faz parte da bacia do rio São Francisco: o Rio Grande, que corta a região, é um dos afluentes do mesmo rio que passa pelo Vale onde o Grupo 345 nasceu.
O clima da região é tropical, com estação seca de maio a setembro e chuvosa de outubro a abril, e uma das maiores médias de insolação do estado: mais de 3.500 horas de sol por ano, chegando a mais de 10 horas de luz solar por dia em setembro. É esse mesmo sol que sustenta tanto a lavoura irrigada quanto a geração de energia solar.
Quem mais economiza com energia solar aí
Produtores rurais que operam pivô de irrigação ou beneficiam grãos têm o consumo mais alto e mais constante da região, e por isso costumam ter o retorno mais rápido sobre o investimento.
Comércios e prestadores de serviço que sustentam a economia urbana de Barreiras reduzem um custo fixo que só cresce.
Residências ganham o de sempre: menos ou nenhuma conta de luz no fim do mês, com o sistema dimensionado para o consumo real da casa.
Indústrias ligadas ao processamento agrícola contam com projeto de engenharia sob medida, relatório técnico e gestão dos créditos de energia gerados.
Como funciona para quem está longe da sede
O Grupo 345 não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, no Vale do São Francisco, sempre que um projeto em Barreiras avança, e organiza essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão: diagnóstico real de consumo, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, instalação pela própria equipe (nada terceirizado), homologação junto à Neoenergia Coelba e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância — a etapa pensada exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.
Isso vem com garantia de até 25 anos e equipamentos certificados pelo Inmetro, dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), os mesmos padrões aplicados em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede.
Regulação: Neoenergia Coelba e a Lei 14.300
A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Barreiras, a energia gerada é injetada na rede da Neoenergia Coelba e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria — mais um motivo para não deixar a decisão para depois.
Se você está em Barreiras e quer saber quanto pode economizar, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.
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