Energia Solar em Luís Eduardo Magalhães, para armazéns, transportadoras e produtores que não podem parar
Em Luís Eduardo Magalhães, cidade que nasceu no cruzamento das rodovias BR-242 e BR-020 e hoje concentra armazéns, silos e transportadoras que escoam a safra de boa parte do oeste baiano, uma conta de luz alta é rotina: aeração e secagem de grãos, câmaras de armazenamento, pátios e galpões que não param. Foi resolvendo esse tipo de consumo, com projeto dimensionado para a realidade de cada cliente, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora a Luís Eduardo Magalhães.
Um município jovem, no cruzamento das rotas do agronegócio
O antigo distrito de Mimoso do Oeste recebeu o nome de Luís Eduardo Magalhães em 1998, em homenagem ao deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados, filho do ex-governador Antônio Carlos Magalhães. Em 2000, a localidade se emancipou de Barreiras e virou município, mantendo o nome. Apoiada na posição estratégica na confluência das rodovias BR-242 e BR-020, a cidade se consolidou como um dos principais polos logísticos e de armazenagem do agronegócio no oeste da Bahia: a BR-242 é a principal rota de escoamento de grãos como soja, milho e algodão até os portos, com investimentos contínuos do DNIT e melhorias de acesso ao distrito industrial, enquanto a BR-020 conecta o município a rotas interestaduais, facilitando o trânsito de insumos agrícolas e cargas pesadas.
Quem mais economiza com energia solar aí
Armazéns, silos e centros de distribuição, com grandes áreas de telhado e consumo constante de aeração, secagem e refrigeração, costumam ter um dos maiores potenciais de economia da região.
Transportadoras e empresas de logística, com pátios, oficinas e galpões administrativos, reduzem um custo operacional fixo que só cresce com a frota em movimento.
Produtores rurais que operam irrigação ou beneficiam grãos têm consumo alto e constante, com retorno rápido sobre o investimento.
Comércios e residências ganham o de sempre: menos ou nenhuma conta de luz no fim do mês, com o sistema dimensionado para o consumo real.
Como funciona para quem está longe da sede
O Grupo 345 não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, no Vale do São Francisco, sempre que um projeto em Luís Eduardo Magalhães avança, e organiza essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão: diagnóstico real de consumo, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, instalação pela própria equipe (nada terceirizado), homologação junto à Neoenergia Coelba e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância — a etapa pensada exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.
Isso vem com garantia de até 25 anos e equipamentos certificados pelo Inmetro, dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), os mesmos padrões aplicados em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede.
Regulação: Neoenergia Coelba e a Lei 14.300
A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Luís Eduardo Magalhães, a energia gerada é injetada na rede da Neoenergia Coelba e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria — mais um motivo para não deixar a decisão para depois.
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