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Energia Solar em Aracaju, para quem move a capital da orla e dos negócios de Sergipe

Aracaju é a capital de Sergipe e o centro administrativo, comercial e turístico do estado, com uma orla urbana que é um dos cartões-postais do Nordeste e um traçado de cidade planejada que a distingue da maioria das capitais brasileiras. É também onde se concentram grande parte dos órgãos públicos, sedes de empresas e do comércio do estado. Esse tipo de economia, com comércio, serviços e administração pública funcionando lado a lado com o fluxo do turismo, gera um consumo de energia alto e constante. Foi resolvendo esse tipo de consumo, com projeto dimensionado para a realidade de cada cliente, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora à capital sergipana.

Uma capital planejada à beira-mar

Aracaju nasceu planejada, diferente da maioria das capitais brasileiras: foi fundada em 17 de março de 1855 para substituir São Cristóvão como capital de Sergipe, com localização escolhida pela posição estratégica junto ao porto natural do Rio Sergipe. Ao longo do tempo, a cidade cresceu muito além do plano original e se tornou o centro administrativo, comercial e de serviços do estado, com a orla de Atalaia entre as praias urbanas mais procuradas do Nordeste. Esse duplo papel, capital administrativa e destino turístico, cria uma demanda de energia bem diversa: prédios públicos, comércio, hotelaria e residências, cada um com seu próprio padrão de consumo. O peso do turismo aparece nos números: a capital responde por cerca de 76% de toda a atividade turística do estado, que faturou R$ 385,39 milhões no primeiro semestre de 2026, segundo a AeraNews, e o Aeroporto de Aracaju registrou mais de 1,37 milhão de passageiros em 2025, segundo a Secretaria de Estado do Turismo de Sergipe (Setur-SE).

Quem mais economiza com energia solar aí

Empresas e escritórios do centro comercial e administrativo da capital reduzem um custo fixo que só cresce, num dos maiores polos de serviços do estado.

Hotéis, pousadas e estabelecimentos da orla, com climatização e áreas comuns funcionando o ano inteiro por causa do fluxo turístico, têm um dos consumos mais altos e mais constantes da cidade.

Condomínios residenciais e comerciais na orla de Atalaia, com áreas comuns, elevadores, piscinas e iluminação compartilhada, também concentram um consumo alto que se beneficia de geração compartilhada.

Comércios e lojistas do varejo local reduzem o custo operacional sem depender do calendário de alta e baixa temporada turística para ver resultado.

Para quem mora na cidade, fora da lógica comercial e turística, o ganho é direto: sistema dimensionado para o consumo real da casa, com a conta de luz reduzida ou zerada no fim do mês.

Por que contratar o Grupo 345 em Aracaju

Contratar uma empresa de fora da cidade só vale a pena se o padrão de trabalho não cair por causa da distância, e é exatamente esse o compromisso do Grupo 345. A empresa não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, em Petrolina e Juazeiro, sempre que um projeto em Aracaju avança, organizando essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão aplicado em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede: diagnóstico real de consumo, e não uma estimativa genérica, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, instalação pela própria equipe, sem terceirização, homologação junto à Energisa Sergipe e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância, pensado exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.

Isso vem com garantia de até 25 anos, equipamentos certificados pelo Inmetro dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), e o histórico de uma empresa com 8 anos de mercado e mais de 2.500 clientes. Não é um projeto piloto sendo testado pela primeira vez fora da região onde nasceu.

Regulação: Energisa Sergipe e a Lei 14.300

A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Aracaju, a energia gerada é injetada na rede da Energisa Sergipe e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria, mais um motivo para não deixar a decisão para depois.

Se você está em Aracaju e quer saber quanto pode economizar, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.

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