Energia Solar em Teresina, a capital planejada que virou uma das mais quentes do Brasil
Teresina é a capital do Piauí e tem um perfil único no Brasil. Foi planejada desde o início, em meados do século 19, para ser a nova capital do estado, e hoje carrega também a fama de ser uma das cidades mais quentes do país. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a cidade tem 866.300 habitantes, com estimativa de já ter passado dos 900 mil em 2026. Foi resolvendo justamente esse tipo de consumo, o de uma cidade onde o calor extremo é rotina e o ar-condicionado funciona o ano inteiro, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora à capital piauiense.
De capital planejada a uma das cidades mais quentes do Brasil
A história de Teresina é diferente da maioria das cidades brasileiras. Ela não nasceu por acaso, ao redor de uma igreja ou de um porto, ela foi planejada. Em meados do século 19, a antiga capital do Piauí, Oeiras, já não atendia bem às necessidades administrativas da província, e o presidente José Antônio Saraiva, conhecido como o Conselheiro Saraiva, decidiu criar uma nova capital do zero. O local escolhido ficava no encontro dos rios Poti e Parnaíba, numa posição central que facilitava o transporte e o comércio pelos rios navegáveis. A nova capital recebeu o nome de Teresina em homenagem à imperatriz Teresa Cristina Maria de Bourbon, esposa de Dom Pedro II, que teria ajudado a mediar a escolha do local. A cidade foi oficialmente elevada à categoria de capital e cidade em 20 de julho de 1852, com a data de fundação registrada como 16 de agosto do mesmo ano, hoje comemorada como aniversário da cidade. Mais de 170 anos depois, Teresina é a maior cidade do Piauí, com um PIB de R$ 29,4 bilhões em 2023, segundo o IBGE, o que coloca a cidade na 46ª posição entre todos os municípios do Brasil e na 19ª entre as capitais brasileiras. Mas o que mais marca o dia a dia da cidade hoje é outra característica: o calor. Teresina aparece com frequência entre as cidades mais quentes do país, com temperaturas que já passaram dos 39°C só neste ano, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Esse calor constante torna o ar-condicionado quase uma necessidade básica em casas, lojas e escritórios pela cidade inteira, não um luxo.
Quem mais economiza com energia solar aí
Empresas, escritórios e o comércio da capital sentem o peso do calor direto na conta de luz. Com temperaturas que já passaram dos 39°C este ano, segundo o INMET, o ar-condicionado fica ligado o dia inteiro, e esse é um dos consumos mais altos e mais previsíveis de toda a cidade, o que torna o retorno do investimento em energia solar particularmente rápido.
Hotéis, pousadas e o comércio voltado a quem visita a capital carregam esse mesmo padrão, com climatização praticamente constante em áreas de atendimento ao público.
Clínicas, consultórios e pequenos comércios de rua, que dependem de refrigeração o tempo todo para manter o ambiente confortável para quem trabalha e para quem é atendido, encontram na energia solar uma forma direta de reduzir um custo fixo que, em Teresina, pesa mais do que na média do país.
Condomínios residenciais, com áreas comuns e iluminação compartilhada, também se beneficiam de um sistema dimensionado para esse consumo mais alto.
Para quem mora na cidade, o ganho é o mesmo de sempre: sistema pensado para o consumo real da casa, com a conta de luz reduzida ou zerada no fim do mês, mesmo com o ar-condicionado ligado boa parte do dia.
Por que contratar o Grupo 345 em Teresina
Contratar uma empresa de fora da cidade só vale a pena se o padrão de trabalho não cair por causa da distância, e é exatamente esse o compromisso do Grupo 345. A empresa não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, em Petrolina e Juazeiro, sempre que um projeto em Teresina avança, organizando essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão aplicado em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede: diagnóstico real de consumo, e não uma estimativa genérica, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, instalação pela própria equipe, sem terceirização, homologação junto à Equatorial Piauí e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância, pensado exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.
Isso vem com garantia de até 25 anos, equipamentos certificados pelo Inmetro dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), e o histórico de uma empresa com 8 anos de mercado e mais de 2.500 clientes. Não é um projeto piloto sendo testado pela primeira vez fora da região onde nasceu.
Regulação: Equatorial Piauí e a Lei 14.300
A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Teresina, a energia gerada é injetada na rede da Equatorial Energia Piauí, distribuidora responsável por todo o estado, e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria, mais um motivo para não deixar a decisão para depois.
Se você está em Teresina e quer saber quanto pode economizar, especialmente com um consumo de energia que só tende a crescer com o calor, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.
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