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Voltar para o siteSão Raimundo Nonato, PI

Energia Solar em São Raimundo Nonato, a porta de entrada da Serra da Capivara

São Raimundo Nonato é a maior cidade da região sul do Piauí e a porta de entrada do Parque Nacional Serra da Capivara, Patrimônio Mundial da Unesco e um dos sítios arqueológicos mais importantes das Américas. A cidade também é a maior produtora de mel do Piauí, com 922,4 toneladas em 2024, a quarta maior produção do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 38.934 habitantes, com estimativa de já ter passado dos 41 mil em 2026. Foi resolvendo o consumo de energia de um turismo constante e de uma agroindústria como a do mel que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora ao sul do Piauí.

Da disputa por terras à porta de entrada de um patrimônio da humanidade

A região de São Raimundo Nonato era ocupada pelas fazendas de Domingos Afonso Mafrense e, depois da sua morte, passou aos jesuítas, que enfrentaram conflitos com os indígenas tapuias durante a ocupação das terras. A povoação foi elevada a distrito eclesiástico em 1832 e, com o passar dos anos, chegou à categoria de vila e município em 1850, instalado em 1851, tornando-se cidade em 1912. Essa história de disputa por território deu lugar, no século 20, a uma das descobertas mais importantes da arqueologia mundial. Em 1979, foi criado o Parque Nacional Serra da Capivara, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1991, com pinturas rupestres e sítios arqueológicos que estão entre os mais relevantes das Américas. O parque se estende por quatro municípios, mas São Raimundo Nonato é o maior deles e o principal ponto de apoio para quem visita. Hoje a cidade também é a maior produtora de mel do Piauí, com 922,4 toneladas em 2024, a quarta maior produção do Brasil entre todos os municípios, segundo o IBGE. Esse turismo arqueológico constante, somado à agroindústria do mel, cria uma demanda de energia importante em hotéis, pousadas, restaurantes e cooperativas espalhados pela cidade.

Quem mais economiza com energia solar aí

Hotéis, pousadas e restaurantes que recebem quem vem visitar a Serra da Capivara sentem esse fluxo turístico na prática, com climatização e áreas comuns funcionando em ritmo constante ao longo do ano, um dos consumos mais altos e mais previsíveis da cidade.

Agências de turismo e receptivos, que organizam as visitas aos sítios arqueológicos e cânions do parque, também mantêm estrutura e equipamentos ligados durante toda a temporada de visitação.

Cooperativas e casas de beneficiamento de mel, que processam a produção que faz de São Raimundo Nonato a maior produtora do Piauí, dependem de refrigeração e de equipamentos ligados por longos períodos para manter a qualidade do produto, um consumo constante que se beneficia diretamente da energia solar.

Clínicas, consultórios e o comércio local, que dependem de refrigeração o tempo todo para manter o ambiente agradável para quem trabalha e para quem é atendido, encontram na energia solar uma forma direta de reduzir um custo fixo que só cresce.

Para quem mora na cidade, o ganho é o mesmo de sempre: sistema dimensionado para o consumo real da casa, com a conta de luz reduzida ou zerada no fim do mês.

Por que contratar o Grupo 345 em São Raimundo Nonato

Contratar uma empresa de fora da cidade só vale a pena se o padrão de trabalho não cair por causa da distância, e é exatamente esse o compromisso do Grupo 345. A empresa não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, em Juazeiro, sempre que um projeto em São Raimundo Nonato avança, organizando essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão aplicado em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede: diagnóstico real de consumo, e não uma estimativa genérica, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, instalação pela própria equipe, sem terceirização, homologação junto à Equatorial Piauí e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância, pensado exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.

Isso vem com garantia de até 25 anos, equipamentos certificados pelo Inmetro dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), e o histórico de uma empresa com 8 anos de mercado e mais de 2.500 clientes. Não é um projeto piloto sendo testado pela primeira vez fora da região onde nasceu.

Regulação: Equatorial Piauí e a Lei 14.300

A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em São Raimundo Nonato, a energia gerada é injetada na rede da Equatorial Energia Piauí, distribuidora responsável por todo o estado, e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria, mais um motivo para não deixar a decisão para depois.

Se você está em São Raimundo Nonato e quer saber quanto pode economizar, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.

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