Energia Solar em Campina Grande, a Rainha da Borborema que virou o Vale do Silício brasileiro
Campina Grande é a segunda maior cidade da Paraíba, conhecida como a Rainha da Borborema e, mais recentemente, como o Vale do Silício brasileiro, por sediar um dos polos de tecnologia mais reconhecidos do país. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 419.379 habitantes, com estimativa de já ter passado dos 446 mil em 2026. Foi resolvendo o consumo de energia de universidades, empresas de tecnologia e de um comércio grande e concentrado como esse, com projeto dimensionado para a realidade de cada cliente, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora ao agreste paraibano.
Da Vila Nova da Rainha ao Vale do Silício brasileiro
A ocupação de Campina Grande começou em 1697, quando o Capitão-mor Teodósio de Oliveira Lêdo liderou a chegada dos indígenas Ariús ao local. A povoação virou freguesia em 1750 e, em 1790, foi elevada a vila com o nome oficial de Vila Nova da Rainha, em homenagem à rainha Dona Maria I, origem do apelido que a cidade carrega até hoje: Rainha da Borborema. Tornou-se município em 1864. No início do século 20, a cidade viveu um boom com o algodão: chegou a ser a segunda maior exportadora de algodão do mundo, atrás apenas de Liverpool, o que lhe rendeu o apelido de Liverpool brasileira, com a população saltando de 20 mil para 130 mil habitantes em pouco mais de três décadas. Décadas depois, a cidade se reinventou: em 1967 recebeu o primeiro computador do Norte e Nordeste do Brasil, instalado na universidade que hoje é a UFCG, e em 2001 a revista americana Newsweek a incluiu entre as nove cidades tecnológicas mais importantes do mundo, a única da América Latina na lista, consolidando o apelido de Vale do Silício brasileiro. Hoje Campina Grande tem o segundo maior PIB da Paraíba, cerca de R$ 12,9 bilhões em 2023, segundo o IBGE, além de sediar o que é divulgado como o maior São João do mundo, reunindo cerca de 2 milhões de pessoas ao longo do mês de junho.
Quem mais economiza com energia solar aí
Empresas de tecnologia e desenvolvimento de software, que mantêm servidores, equipamentos e escritórios com ar-condicionado ligados o dia inteiro, têm um dos consumos mais altos e mais previsíveis da cidade.
Universidades e faculdades, com seus diversos campi e prédios espalhados pela cidade, também têm uma conta de energia relevante, assim como consultórios, clínicas e o comércio que atende essa população universitária constante.
Hotéis, pousadas e o comércio em geral sentem um pico forte de consumo durante o mês de junho, quando o Maior São João do Mundo atrai cerca de 2 milhões de visitantes à cidade.
Indústrias de transformação e o comércio atacadista, tradicionalmente fortes em Campina Grande, também têm equipamentos ligados por longos períodos, um consumo constante que se beneficia diretamente da energia solar.
Para quem mora na cidade, o ganho é o mesmo de sempre: sistema dimensionado para o consumo real da casa, com a conta de luz reduzida ou zerada no fim do mês.
Por que contratar o Grupo 345 em Campina Grande
Contratar uma empresa de fora da cidade só vale a pena se o padrão de trabalho não cair por causa da distância, e é exatamente esse o compromisso do Grupo 345. A empresa não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, em Juazeiro, sempre que um projeto em Campina Grande avança, organizando essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão aplicado em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede: diagnóstico real de consumo, e não uma estimativa genérica, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, instalação pela própria equipe, sem terceirização, homologação junto à Energisa Paraíba e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância, pensado exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.
Isso vem com garantia de até 25 anos, equipamentos certificados pelo Inmetro dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), e o histórico de uma empresa com 8 anos de mercado e mais de 2.500 clientes. Não é um projeto piloto sendo testado pela primeira vez fora da região onde nasceu.
Regulação: Energisa Paraíba e a Lei 14.300
A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Campina Grande, a energia gerada é injetada na rede da Energisa Paraíba, distribuidora responsável por boa parte do estado, e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria, mais um motivo para não deixar a decisão para depois.
Se você está em Campina Grande e quer saber quanto pode economizar, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.
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