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Energia Solar em Picos, a Capital do Mel que é o maior polo comercial do sertão piauiense

Picos é a principal cidade do sul e centro-sul do Piauí, conhecida em todo o estado como a Capital do Mel e como o maior polo comercial da região, com uma feira que atrai gente de dezenas de cidades vizinhas e até de outros estados. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a cidade tem 83.090 habitantes, com estimativa de já ter passado dos 87 mil em 2026. Foi resolvendo o consumo de energia de um comércio grande e concentrado como esse, com projeto dimensionado para a realidade de cada cliente, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora ao sertão piauiense.

De fazenda de gado a maior polo comercial do sertão

A história de Picos começa no século 18, quando o português Félix Borges Leal, vindo da Bahia, instalou às margens do rio Guaribas a Fazenda Curralinho, numa região boa para agricultura e criação de gado. Com o tempo, parentes de Borges Leal e seus 11 filhos formaram o núcleo populacional que deu origem à cidade, batizada de Picos pelo aspecto montanhoso do terreno. As boas condições do solo atraíam compradores de Pernambuco e Bahia, muitos dos quais acabaram fixando residência ali, e foi esse fluxo comercial que começou a moldar a vocação da cidade. A povoação virou freguesia em 1851, desmembrada de Oeiras, e foi elevada a município em 1855, instalado em 1859, chegando à condição de cidade pouco tempo depois. Hoje Picos é reconhecida como o principal polo comercial do sul e centro-sul do Piauí, com uma economia entre as maiores do estado, girando em torno de R$ 2,46 bilhões em 2023, segundo o IBGE. A cidade também carrega o apelido de Capital do Mel: é a segunda maior produtora de mel do Piauí, atrás apenas de São Raimundo Nonato, num estado cuja produção de mel mais que quintuplicou na última década. Esse comércio grande, somado à agroindústria do mel e ao clima quente do semiárido, cria uma demanda de energia alta e constante em toda a cidade.

Quem mais economiza com energia solar aí

O comércio é o coração econômico de Picos. Lojas, feiras e galerias espalhadas pelo centro da cidade funcionam com iluminação e climatização ligadas o dia inteiro, atendendo não só quem mora ali, mas um fluxo constante de compradores vindos de outras cidades. Esse tipo de operação comercial concentrada tem um dos consumos mais altos e mais previsíveis da cidade.

Cooperativas e casas de beneficiamento de mel, que processam parte da produção que dá à cidade o apelido de Capital do Mel, dependem de refrigeração e de equipamentos ligados por longos períodos para manter a qualidade do produto, um consumo constante que se beneficia diretamente da energia solar.

Hotéis e pousadas, que recebem quem vem a Picos fazer negócio ou visitar a feira, sentem esse mesmo padrão de climatização praticamente contínua nas áreas de atendimento.

Clínicas, consultórios e o comércio de rua, que dependem de refrigeração o tempo todo para manter o ambiente agradável para quem trabalha e para quem é atendido, encontram na energia solar uma forma direta de reduzir um custo fixo que só cresce.

Para quem mora na cidade, o ganho é o mesmo de sempre: sistema dimensionado para o consumo real da casa, com a conta de luz reduzida ou zerada no fim do mês.

Por que contratar o Grupo 345 em Picos

Contratar uma empresa de fora da cidade só vale a pena se o padrão de trabalho não cair por causa da distância, e é exatamente esse o compromisso do Grupo 345. A empresa não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, em Petrolina e Juazeiro, sempre que um projeto em Picos avança, organizando essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão aplicado em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede: diagnóstico real de consumo, e não uma estimativa genérica, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, instalação pela própria equipe, sem terceirização, homologação junto à Equatorial Piauí e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância, pensado exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.

Isso vem com garantia de até 25 anos, equipamentos certificados pelo Inmetro dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), e o histórico de uma empresa com 8 anos de mercado e mais de 2.500 clientes. Não é um projeto piloto sendo testado pela primeira vez fora da região onde nasceu.

Regulação: Equatorial Piauí e a Lei 14.300

A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Picos, a energia gerada é injetada na rede da Equatorial Energia Piauí, distribuidora responsável por todo o estado, e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria, mais um motivo para não deixar a decisão para depois.

Se você está em Picos e quer saber quanto pode economizar, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.

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