Energia Solar em Mossoró, a cidade que disse não a Lampião e hoje lidera a produção de sal e petróleo do Brasil
Mossoró é a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, conhecida por ter sido a única cidade onde o cangaceiro Lampião sofreu uma derrota, em 1927, e hoje é o maior produtor de sal e de petróleo em terra do país. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 264.577 habitantes, com estimativa de já ter passado dos 279 mil em 2026. Foi resolvendo o consumo de energia da indústria do petróleo, das salinas e de um comércio grande e concentrado como esse, com projeto dimensionado para a realidade de cada cliente, que o Grupo 345 construiu, em 8 anos de mercado a partir do Vale do São Francisco, uma base de mais de 2.500 clientes. Essa mesma engenharia, assinada por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, chega agora ao oeste potiguar.
Da resistência a Lampião ao maior polo de sal e petróleo do país
A ocupação de Mossoró remonta a cerca de 1600, quando as salinas naturais da região começaram a atrair exploradores, incluindo holandeses que extraíam sal ali até meados do século 17. A povoação virou distrito em 1842 e foi elevada a vila e a município em 1852, chegando à condição de cidade em 1870. Mossoró carrega uma história de pioneirismo pouco comum: aboliu a escravidão em 1883, cinco anos antes da Lei Áurea valer para o Brasil inteiro, e em 1928 sediou o primeiro voto feminino do país, dado pela professora Celina Guimarães Viana. Um ano antes, em junho de 1927, a cidade viveu seu episódio mais célebre: o bando do cangaceiro Lampião atacou Mossoró e foi repelido pela população organizada em trincheiras, a única derrota da carreira do cangaceiro mais famoso do Nordeste, hoje lembrada no Memorial da Resistência Mossoroense. Na economia, Mossoró é atualmente o maior produtor nacional de sal, com o Rio Grande do Norte respondendo por 95% de todo o sal produzido no Brasil, e também o maior produtor de petróleo em terra do país, com milhares de poços espalhados pela região. Hoje a cidade tem o segundo maior PIB do Rio Grande do Norte, cerca de R$ 10,3 bilhões em 2023, segundo o IBGE.
Quem mais economiza com energia solar aí
Empresas ligadas à extração de petróleo e ao setor salineiro, com escritórios, oficinas e equipamentos funcionando em ritmo constante, têm um dos consumos mais altos e mais previsíveis da cidade.
Produtores rurais e empresas de fruticultura irrigada, especialmente do polo do melão que Mossoró forma com as cidades vizinhas, dependem de bombas de irrigação e câmaras frias para exportação funcionando por longos períodos.
Hotéis, pousadas e o comércio em geral sentem um pico de consumo em junho, quando o Mossoró Cidade Junina atrai grande fluxo de turistas à cidade.
Shoppings, atacadistas e o comércio de rua, tradicionalmente fortes em Mossoró, também têm equipamentos ligados por longos períodos, um consumo constante que se beneficia diretamente da energia solar.
Para quem mora na cidade, o ganho é o mesmo de sempre: sistema dimensionado para o consumo real da casa, com a conta de luz reduzida ou zerada no fim do mês.
Por que contratar o Grupo 345 em Mossoró
Contratar uma empresa de fora da cidade só vale a pena se o padrão de trabalho não cair por causa da distância, e é exatamente esse o compromisso do Grupo 345. A empresa não abre uma filial em cada cidade nova: desloca a própria equipe técnica da sede, em Juazeiro, sempre que um projeto em Mossoró avança, organizando essas visitas em lotes para não sacrificar prazo nem qualidade. O que não muda é o padrão aplicado em qualquer projeto do Grupo 345, perto ou longe da sede: diagnóstico real de consumo, e não uma estimativa genérica, projeto elétrico assinado com ART por Lícia Gardênia, engenheira eletricista e fundadora da empresa, instalação pela própria equipe, sem terceirização, homologação junto à Neoenergia Cosern e, depois de ligado, monitoramento contínuo à distância, pensado exatamente para identificar qualquer queda de geração sem depender de uma nova viagem até lá.
Isso vem com garantia de até 25 anos, equipamentos certificados pelo Inmetro dentro das normas da ABNT (NBR 5410 e NBR 16690), e o histórico de uma empresa com 8 anos de mercado e mais de 2.500 clientes. Não é um projeto piloto sendo testado pela primeira vez fora da região onde nasceu.
Regulação: Neoenergia Cosern e a Lei 14.300
A geração distribuída é regulada pela Aneel e, desde 2022, pela Lei 14.300. Em Mossoró, a energia gerada é injetada na rede da Neoenergia Cosern, distribuidora responsável por todo o estado do Rio Grande do Norte, e convertida em créditos que abatem o consumo dos meses seguintes, dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A mesma lei também instituiu a cobrança escalonada do Fio B até 2029 para quem tem geração própria, mais um motivo para não deixar a decisão para depois.
Se você está em Mossoró e quer saber quanto pode economizar, o próximo passo é pedir um orçamento gratuito.
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